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Professor da UFAM, ‘carinhoso e inteligente’, é morto em chacina brutal em Manaus

Professor da UFAM, 'carinhoso e inteligente', é morto em chacina brutal em Manaus

A comunidade acadêmica e os familiares de Guilherme Pereira Lima Filho, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), foram abalados por uma tragédia na manhã desta segunda-feira (17). O docente, de 68 anos, foi uma das três vítimas fatais de uma chacina ocorrida no bairro São Jorge, Zona Oeste de Manaus, que também deixou uma pessoa ferida. O crime chocou a capital amazonense, levantando questões sobre a segurança e a violência urbana.

Guilherme Pereira Lima Filho era uma figura conhecida e respeitada na UFAM, onde atuava desde 1992. Para a família, ele era muito mais do que um professor: uma pessoa amorosa, inteligente e profundamente dedicada ao ensino e aos seus entes queridos. A notícia de sua morte brutal gerou consternação e um profundo sentimento de injustiça entre aqueles que o conheciam.

O Ataque Brutal no Bairro São Jorge

Os detalhes iniciais sobre a chacina foram marcados por alguma incerteza. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) havia reportado, a princípio, que o crime teria sido perpetrado com disparos de arma de fogo. Contudo, a investigação conduzida pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) trouxe uma nova perspectiva.

Segundo o delegado Rodrigo Azevedo, as vítimas foram atacadas com uma arma branca, indicando uma dinâmica de violência ainda mais chocante e pessoal. Os exames preliminares do Instituto Médico Legal (IML) apontaram como causas das mortes edema cerebral, hemorragia craniana, traumatismo craniano e ação contundente, evidenciando a brutalidade dos ferimentos. Até a tarde daquela segunda-feira, os procedimentos de necropsia ainda estavam em andamento, buscando esclarecer todos os detalhes da agressão.

Quem Era Guilherme Pereira Lima Filho: Uma Vida de Afeto e Dedicação

Guilherme Pereira Lima Filho era descrito por seus familiares como um homem de grande coração e intelecto aguçado. Uma sobrinha, que preferiu não se identificar, ressaltou ao g1 que ele

Fonte: g1.globo.com

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