Um jovem de 18 anos foi preso em flagrante na terça-feira (27), sob a suspeita de matar uma cadela a facadas no município de Presidente Figueiredo, localizado no interior do Amazonas. O caso gerou forte comoção entre os moradores da região, que costumavam cuidar do animal. A ocorrência mobilizou as forças de segurança locais logo após o registro da violência.
De acordo com as informações apuradas pela Rede Amazônica, a cadela não possuía tutores definidos, mas era amplamente acolhida pela vizinhança. Moradores locais garantem que o animal apresentava comportamento pacífico e nunca havia demonstrado qualquer tipo de agressividade contra pessoas ou outros animais.
Ação policial e localização do suspeito
Assim que o ataque foi registrado, equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender à ocorrência e iniciar as buscas pelo autor. Os policiais realizaram diligências rápidas na área e conseguiram localizar e abordar o jovem suspeito de cometer a agressão.
Durante a revista pessoal, os militares encontraram a faca que teria sido utilizada no ato de violência. O material foi apreendido para passar por perícia e integrar o inquérito policial instaurado para investigar o caso.
Confissão e depoimento das testemunhas
O sargento Lischt, responsável pelo atendimento à ocorrência, relatou que o suspeito admitiu a autoria do crime ao ser questionado pelas autoridades. O policial destacou a rapidez na resposta para conter o indivíduo e garantir a apreensão do objeto cortante utilizado na ação.
Moradores da área expressaram indignação com o ocorrido. A empreendedora Raquel Ferreira, que mantinha contato frequente com a cadela, relatou que o animal esteve em seu estabelecimento comercial poucas horas antes do ataque, onde recebeu alimentação.
- A cadela visitou o comércio pela manhã.
- O animal comeu ração deixada para felinos.
- Testemunhas afirmam que a cadela era dócil.
- A comunidade local lamentou profundamente o episódio.
Desdobramentos legais e investigação
Após a prisão em flagrante, o jovem foi conduzido ao 37º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde os procedimentos cabíveis foram adotados. O suspeito deve passar por audiência de custódia e responder criminalmente por maus-tratos a animais.
A legislação brasileira estabelece penas severas de reclusão para crimes que envolvem crueldade contra cães e gatos, buscando coibir atos de violência dessa natureza em todo o território nacional.
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Fonte: g1.globo.com