PUBLICIDADE

Cenário eleitoral de 2026 ganha contornos com novas pesquisas Quaest

O cenário político brasileiro para as eleições de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos com a divulgação de uma série de levantamentos realizados pelo instituto Quaest. Os dados, publicados nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, revelam as intenções de voto para cargos majoritários em estados estratégicos como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Distrito Federal e Ceará, sinalizando um clima de disputa acirrada em diferentes regiões do país.

Disputas regionais e o termômetro das urnas

No Rio de Janeiro, a corrida para o Senado mostra um quadro pulverizado, com Benedita liderando as intenções de voto com 15%, seguida por Jordy e Portinho, ambos com 10%. Para o governo estadual, o cenário de segundo turno coloca Paes com 44% contra 31% de Ruas. Já em Minas Gerais, a disputa para o Senado aponta um empate técnico entre Marília, Aécio, Viana e Sávio, todos com percentuais próximos, enquanto a corrida presidencial no estado mostra Lula com 35% e Flávio com 30%.

Em Pernambuco, a disputa para o governo estadual apresenta uma margem estreita entre Raquel Lyra, com 41%, e João Campos, com 39%. No Distrito Federal, a corrida para o Senado é liderada por Michelle, com 26%, enquanto a disputa presidencial na capital federal mostra um equilíbrio técnico entre Flávio, com 33%, e Lula, com 32%. No Ceará, a disputa para o governo estadual também se mostra competitiva, com Ciro registrando 43% contra 41% de Elmano.

Impactos e desdobramentos no cenário nacional

A divulgação desses números ocorre em um momento de intensa movimentação nos bastidores do poder. Além das eleições, o noticiário político é movimentado por decisões judiciais e administrativas de grande impacto. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por exemplo, cancelou recentemente o pagamento de R$ 4,7 bilhões em precatórios a usinas que venderam créditos ao banco Master, uma decisão que repercute diretamente no setor financeiro e jurídico.

Paralelamente, questões éticas envolvendo o Poder Executivo ganham espaço, como a contratação de um empresário ligado a Roberta Luchsinger pelo governo, apenas seis meses após ela ter efetuado pagamentos a servidores públicos. Esse tipo de episódio coloca em xeque a transparência das relações entre o setor privado e a administração pública, tema que costuma influenciar a percepção do eleitorado conforme o calendário eleitoral avança.

Geopolítica e repercussão internacional

O cenário de 2026 não se limita às fronteiras nacionais. A política externa brasileira e os movimentos globais, como o encontro entre Donald Trump e o presidente da Venezuela, geram debates sobre a posição do Brasil no xadrez diplomático. A recente fala do presidente do Irã na Assembleia Geral da ONU, classificando EUA e Israel como terroristas, adiciona uma camada de complexidade às relações internacionais que o próximo governo terá que gerir.

Para acompanhar os desdobramentos dessas pesquisas e as análises sobre o impacto dessas decisões na economia e na política nacional, continue acompanhando O Amazonas. Nosso compromisso é levar até você uma cobertura jornalística séria, aprofundada e contextualizada sobre os fatos que moldam o futuro do Brasil e da nossa região. Acesse mais informações em nossa página oficial de notícias para manter-se sempre bem informado.

Fonte: g1.globo.com

Leia mais

PUBLICIDADE