PUBLICIDADE

Arquitetura viva da Natura conecta Amazônia e tecnologia no Rock in Rio 2026

Arquitetura viva da Natura conecta Amazônia e tecnologia no Rock in Rio 2026
Reprodução Emtempo

A floresta amazônica volta a ser o epicentro criativo de um dos espaços mais disputados da Cidade do Rock. Pela terceira edição consecutiva, o arquiteto e designer Marko Brajovic assina a estrutura da Natura no Rock in Rio 2026, consolidando uma parceria que funde sustentabilidade, design responsivo e a biodiversidade brasileira. O projeto deste ano se destaca por uma proposta de arquitetura viva, que reage em tempo real aos estímulos do ambiente e do público.

Amazônia como fonte de inovação e design

Para Marko Brajovic, a floresta não é apenas uma inspiração estética, mas um laboratório de soluções. O arquiteto revela que o processo criativo para a Natura começa invariavelmente em solo amazônico. Após receber o briefing, ele realizou uma imersão na região acompanhado por pesquisadores, onde buscou entender os padrões orgânicos que regem o ecossistema.

Foi dessa observação direta que surgiu a ideia de uma pele viva para a instalação. O conceito das folhas que compõem a estrutura externa foi desenhado para mimetizar a forma como a vegetação reage às intempéries, transformando observações da natureza em uma experiência física e sensorial para os visitantes do festival.

Estrutura responsiva ao som e ao público

Diferente de instalações estáticas, o pavilhão da Natura foi projetado para atuar como um organismo. A estrutura conta com elementos cinéticos inspirados na flora amazônica, capazes de responder ao vento, ao fluxo de pessoas e, principalmente, às vibrações sonoras dos palcos do Rock in Rio.

A intenção é que a instalação acompanhe a energia do festival. Ao longo do dia e da noite, o comportamento da estrutura se altera, criando uma dinâmica que reflete a vivacidade da natureza. Segundo o arquiteto, a ideia central é que o espaço não seja apenas um ponto de passagem, mas uma presença ativa que convida o público a uma jornada sensorial.

Sustentabilidade e economia circular na prática

O compromisso ambiental da marca é o pilar que sustenta a viabilidade técnica do projeto. A instalação utiliza componentes fabricados a partir de embalagens recicladas da própria Natura, reforçando a viabilidade da economia circular em grandes eventos de entretenimento.

O processo de escolha dos materiais envolveu uma pesquisa profunda sobre a ressignificação de resíduos. Ao transformar o que seria descartado em elementos arquitetônicos de alta complexidade, a marca busca demonstrar que a inovação tecnológica e a responsabilidade ecológica podem caminhar juntas, servindo como modelo para futuras ativações em grandes festivais.

Evolução de um conceito em três atos

A presença da Natura no festival tem seguido uma trajetória de evolução conceitual. A parceria iniciou em 2022 com o Portal Natura, focado na representação da floresta, e avançou em 2024 com o Portal Natura Pulsa, que explorou a relação entre música e vibração. Agora, em 2026, o projeto atinge um nível de maturidade técnica com a arquitetura responsiva.

Embora exista uma continuidade lógica entre as edições, o objetivo nunca foi a repetição. O trabalho busca elevar a conversa sobre a preservação da Amazônia, utilizando a tecnologia para aproximar o público urbano da realidade da floresta, transformando a experiência de marca em um convite à reflexão sobre o meio ambiente.

Continue acompanhando O Amazonas para mais reportagens sobre inovação, cultura e os bastidores dos grandes eventos que conectam a nossa região ao restante do mundo. Nosso compromisso é levar até você uma cobertura aprofundada e sempre atualizada.

Leia mais

PUBLICIDADE